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Cientistas descobrem solução contra o “bafo” nosso de todos os dias

Postado por Simone de Moraes

21/02/2016 17:17


Crédito: Reprodução

As bactérias que estão na sua boca são grandes aliadas para acabar com o bafo de leão. E quem diz são os cientistas

Sabe aquele típico – porque apesar de anti-higiênico, ele é típico – “bafo de leão” de todas as manhãs ? Então, tá com os dias contados. Isso se depender de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, há algum tempo: desde 2006.

Partimos da premissa, relembrando os velhos tempos de escola, que o nosso corpo é cheio de microrganismos e nisso, claro, restam alguns micróbios que ficam nas nossas bocas – ambiente, este, sempre bem úmido. É que de vez em quando, enquanto adormecidos, as bocas ficam secas e, justamente neste momento, acontece um ataque contra as bactérias “do bem”, contribuindo para que aquelas que omitem odores prevaleçam: pronto, assim é que acordamos com aquele hálito maléfico.

Nessa cruzada contra o bafo matinal que assola o planeta, os cientistas acreditam que a bactéria Streptococcous salivarius K12, usada em algum tipo de spray, num mix de outras bactérias, poderia ser a resposta para o fim do mau hálito mundial. E os pesquisadores já até botaram a ideia em prática, onde os voluntários foram submetidos à composição S. salivarius K12 e apresentaram um hálito mais agradável.

Listerine: outro forte aliado 

Ainda segundo outros estudos, constata-se que a composição S. sqalivarius K12,  usada junto com o Listerine (que, inclusive, é capaz de matar todas as bactérias da boca: boas e ruins), seria a receita ideal para pôr um fim nessa história. Em experimento semelhante, os participantes começaram a usar um enxaguante bucal e uma pastilha com a bactéria.

E o resultado foi que, unindo as duas alternativas (pastilha e enxaguante bucal), a performance foi muito melhor que só com o tal Listerine. “Soluções antibacterianas como enxaguantes bucais e álcool em gel para as mãos são utilizados demais e isso pode fazer mais mal do que bem”, afirma Andrea Azcarate-Peril, especialista da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Via Revista Galileu